20/7/2015 19:53:00
ESTRATÉGIA PARA PROMOVER A REGIÃO SUL NA AMÉRICA LATINA
Brasília - Parcerias criativas entre governo e trade vão nortear o novo modelo de promoção da Região Sul do País no mercado internacional. A estratégia começou a ser traçada nesta segunda-feira (20) entre a Embratur e o Grupo de Trabalho de Turismo do Codesul .Durante o encontro, que aconteceu em Florianópolis, para tratar da situação turística da região e a comercialização no Mercosul ficou claro que a promoção no bloco é estratégica devido à proximidade geográfica, mas que é preciso extrapolar o Cone Sul e reativar a agenda da América Latina. Leia mais...

De Brasilia, Arthur Monteiro

Resultado - Investigadores da Operação Lava-Jato tem como certa, para os próximos dias, a prisão do ex-deputado João Pizzolatti, acusado de levar pesada proprina dentro do esquema de corrupção existente na Petrobras.

O enredo, repugnante, me fez lembrar uma conversa havida no cafézinho do Plenário, na presença do deputado Décio Lima quando um Pizzolatti gabola oferecia sua mulher para ser vice numa composição com o PT em Blumenau e jactava-se de seus métodos nada ortodoxos de obter votos.

- Esse daí - apontando o queixo pro Décio - e o teu amigo Renato Vianna ainda perdem tempo em pedir votos na porta da igreja. Comigo é na base do resultado; vou direto ao ponto e compro logo o padre.

Persuadir alguma batina menos escrupulosa talvez tenha sido manobra fácil. Quero ver como será na hora de dobrar a toga.

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  Renato Vianna
O inovador Alcides Abreu - Abriu-se um novo tempo na administração pública catarinense com a participação do jovem Alcides Abreu na equipe do governo de Celso Ramos. Dotado de invulgar inteligência, contribuiu para conquistas inovadoras para a época concebendo e criando conceitos de desenvolvimento. Surgiram o BESC e posteriormente o BADESC que com o BRDE – criação sob controle acionário dos três Estados do Sul – passaram a fomentar investimentos e programas diversificados e competitivos, em consonância com as potencialidades regionais. Leia mais...

  Cristovam Buarque

Cidades educadoras - Faz quase seis meses que a presidente Dilma lançou o lema, mas até hoje não definiu como seria a Pátria Educadora, nem o que seu governo fará para construí-la.

Por falta de definição da presidente ou dos marqueteiros que criaram o lema, devemos imaginar como seria a Pátria Educadora e o que fazer para construí-la.

A Pátria Educadora só pode ser construída escola por escola, cidade por cidade, mas cada uma necessita de esforço nacional para apoiá-la. Para fazer suas Cidades Educadoras, o Brasil precisa adotar a educação de suas crianças, independentemente da cidade onde vivem e estudam.

Isso só será possível com a união de todos os brasileiros assumindo a responsabilidade pela educação de todas as crianças do Brasil, não importa a receita fiscal nem a vontade do prefeito da cidade onde elas vivam.

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  Dep. Valdir Colatto

Pensando o Brasil e desatando nós - A preocupação com o momento de alta gravidade de crise política, ética, moral, econômica, social e de insegurança pessoal e jurídica vivida no país, além das demonstrações de posições extremadas e inconsequentes entre governo e oposição, nos leva a concluir que o Brasil não pode ficar refém de discussões políticas infindáveis e sem resultados concretos.

Nos conflitos generalizados e à espera de providências nos ajustes da economia, o governo só toma iniciativas com aumentos de juros e impostos, debitados sempre à sociedade brasileira.

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  Celso Vicenzi
Chega de violência! Contra quem? -  A violência toma conta das cidades. É o que se ouve, é o que se vê, é o que se lê, cada vez mais, nos principais veículos de comunicação. A tese não é equivocada, apenas é incompleta e mal explicada. Não faltam evidências empíricas, no dia a dia dos brasileiros, para concluí-la  verdadeira. Tampouco as pesquisas e os estudos desmentem o que a mídia esforça-se por ampliar: a sensação de insegurança, de viver num cenário de permanente violência. Somos, sim, um país violento. E não é caso recente. A população indígena foi praticamente dizimada no contato com portugueses e outros povos europeus, no início da colonização. Fomos o penúltimo país a acabar com a escravidão. Chegamos ao século 21 entre as cinco nações mais desiguais do planeta. E, até hoje, a tortura tem sido largamente empregada por forças policiais no dia a dia das delegacias e penitenciárias. Leia mais...

  Cristovam Buarque

Desajuste fiscal - O ajuste fiscal é o principal tema nacional do momento, mas pouco se discute sobre as causas e responsabilidades pelo desajuste fiscal que caracteriza o presente e sobre as bases históricas do desajuste estrutural. Há décadas o Brasil adia reformas estruturais. Há anos alertamos sobre os riscos provocados por decisões irresponsáveis com as finanças públicas, mas os alertas foram repudiados.

A euforia ilusória que o atual governo propagandeou à opinião pública, realimentando-se dela, impediu que a realidade em marcha fosse vista. Além da cegueira, a lógica de governar para atender reivindicações imediatas de grupos específicos e a ganância eleitoral levaram a irresponsabilidades desajustadoras.

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