3/3/2010 17:23:00
COLATTO DEFENDE CÓDIGO AMBIENTAL PRÓPRIO EM DEBATE NO MARANHÃO

Brasília – “O Maranhão é um exemplo claro de que os estados brasileiros precisam de códigos ambientais específicos. O Estado reúne três biomas e obedece a uma única legislação. E, se não for alterado o código atual, 80% do estado ficará paralisado para produção. Os maranhenses devem ter uma lei ambiental própria e que envolva todas as suas Especificidades e particularidades”, ressaltou o deputado federal Valdir Colatto (PMDB), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Congresso Nacional, durante audiência pública, realizada em  Imperatriz do Maranhão.
 
No Maranhão encontram-se os biomas Amazônico, Cerrado e Caatinga e 102 municípios, incluindo a capital São Luís, fazem parte do bioma Amazônia, cuja área destinada à Reserva Legal é de, no mínimo 80% de cada propriedade. Nesse cenário, Colatto questionou como uma legislação nacional vai resolver questões ambientais tão específicas. “De que maneira uma única lei estabelecerá normas para três biomas diferentes no mesmo estado? O Maranhão faz divisa com Tocantins, que tem 35% de Reserva Legal e a única coisa que separam esses estados é um rio.
 

Como aplicar uma mesma legislação no Maranhão e em Tocantins? Precisamos logo de uma legislação ambiental que conduza bem as diversidades existentes ou próprias de cada estado”, completou Colatto.
 
Durante a audiência pública, o parlamentar catarinense apresentou a proposta do Código Ambiental Brasileiro com Pacto Federativo Descentralizado (PL 5367/2009) e falou da experiência de Santa Catarina, que foi o primeiro estado a instituir um Código Ambiental Estadual. “A legislação catarinense deu certo e é um exemplo concreto da possibilidade de harmonizar a preservação ambiental com  produção de alimentos, respeitando as características locais do estado”, ressaltou.
 
População, representantes de entidades e do governo maranhense, além de estudiosos e produtores, que participaram da audiência pública, aplaudiram a iniciativa catarinense e mostraram interesse em fazer também uma legislação ambiental estadual, para que, assim como em Santa Catarina, possam preservar o meio ambiente e salvar a produção do estado.
 
Ainda na audiência, Colatto questionou a ausência do deputado federal Sarney Filho (PV/MA), presidente da Frente Parlamentar Ambientalista no Congresso Nacional. “O estado do Maranhão precisa de atenção, é estranho que um deputado maranhense da frente ambientalista não esteja aqui para discutir essas questões”, enfatizou.  Estiveram presentes na audiência os deputados Moacir Micheletto (PMDB/PR), Aldo Rebelo (PCdoB/SP), Carlos Brandão (PSDB/MA),Bene Camacho (PTB/MA) e Ribamar Alves (PSB/MA).
 
Na próxima semana, membros da Comissão Especial estarão no estado de Mato Grosso do Sul, para audiência externa em Corumbá. A previsão é que, até o final de março, seja apresentado o relatório final da Comissão Especial.


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Além da flora, criou-se aqui uma fauna inesperada e que me enche de orgulho: são 11 as crianças que brincam, atualmente, na minha varanda, embora duas delas comecem a passar pelas mudanças de hormônios da préadolescência e já não brinquem tanto.

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É isso mesmo... O Peron está com novos visual e endereço, isso no seu blog, pois
o carinha, como pessoa física, continua o mesmo, feinho/feinho.

Acesse o carinha cortando por aqui, ó!:
http://sergioaperon.com.br/

Em Categorias - e que categoria -  podem até ver que neste espaço democrático mando
minhas abobrinhas, mas também falo sério, como não? Confiram, clicando em Curt, lá no alto do seu vídeo, depois de aberto o blog, claro!

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  Ophir Cavalcante Júnior

Medida é precedente perigoso - Em um país que registrava, até o ano passado, 40 milhões de processos em fase de execução, está evidente que o Judiciário, em muitos aspectos, ainda apresenta características de Terceiro Mundo, em completo descompasso com sua poção desenvolvimentista.

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Baixa representatividade - Enquanto o frio aumenta na Serra Catarinense, as eleições pelo país começam a esquentar. Aproveitando-se deste contexto climático-eleitoral volto a escrever sobre o pleito que se aproxima e a baixa representatividade serrana, principalmente dos municípios menores, na Assembléia Legislativa e na Câmara dos Deputados.

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