| 9/3/2010 10:09:00 GRUPO DO FICHA LIMPA FAZ AUDIÊNCIA E ENTREGA RELATÓRIO PRELIMINAR | |
Brasília - O grupo de trabalho sobre o ficha limpa (PLP 518/09, do deputado Biscaia - PT/RJ) realiza audiência pública hoje para ouvir o presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, Antônio Carlos Alpino Bigonha; e representante do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O grupo, coordenado pelo deputado Miguel Martini (PHS-MG), foi criado em fevereiro. O relator é o deputado Indio da Costa (DEM-RJ). Cada partido indicou um integrante, que será responsável por apresentar as propostas para um texto único sobre o assunto. A previsão é que o grupo apresente uma proposta de redação final ao Colégio de Líderes, para que o projeto seja votado pelo Plenário até o fim deste mês. O relator deve apresentar amanhã seu parecer preliminar.
Ìndio da Costa anunciou que deverá incluir em seu relatório a necessidade de condenação em órgão colegiado (tribunais de segunda instância) ou por decisão de juiz singular transitada em julgado para que um candidato seja declarado inelegível. O deputado espera finalizar até o dia 17 seu relatório, no qual vai propor substitutivo às propostas sobre o tema em análise na Câmara. A redação do projeto Ficha Limpa, sugerido pelo Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral, prevê que os candidatos se tornarão inelegíveis já após serem condenados em primeira instância. Entidades do movimento são contrárias a mudanças neste ponto. “Exigir a condenação final com trânsito em julgado é desrespeitar a vontade de 1,3 milhão de pessoas que assinaram a proposta de iniciativa popular”, argumenta o presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais, Marlon Jacinto Reis. A associação é uma das 43 entidades que integram o movimento.
Ele anunciou que deverá incluir em seu relatório a necessidade de condenação em órgão colegiado (tribunais de segunda instância) ou por decisão de juiz singular transitada em julgado para que um candidato seja declarado inelegível. O deputado espera finalizar até o dia 17 seu relatório, no qual vai propor substitutivo às propostas sobre o tema em análise na Câmara. A redação do projeto Ficha Limpa, sugerido pelo Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral, prevê que os candidatos se tornarão inelegíveis já após serem condenados em primeira instância. Entidades do movimento são contrárias a mudanças neste ponto. “Exigir a condenação final com trânsito em julgado é desrespeitar a vontade de 1,3 milhão de pessoas que assinaram a proposta de iniciativa popular”, argumenta o presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais, Marlon Jacinto Reis. A associação é uma das 43 entidades que integram o movimento. | |
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